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Ceti-Saúde na Mídia - Professor José Alexandre detalha como a genética ajuda a prever ondas de Covid-19 em entrevista à CBN Goiânia

In 08/05/26 16:25 . Aggiornato alle 08/05/26 16:25 .

Ao mapear 9 mil genomas do vírus em Goiás, estudo liderado pelo Ceti-Saúde revela que mutações genéticas servem como “sinal de alerta” antes do aumento de casos e mortes.

Texto: Fernando Cardoso

O monitoramento genético do Covid-19 em Goiás deu um salto com o estudo coordenado pelo professor José Alexandre Diniz-Filho, coordenador do Núcleo de Modelagem do Centro de Excelência em Tecnologia e Inovação em Saúde (Ceti-Saúde) da Universidade Federal de Goiás (UFG). Em entrevista à rádio CBN Goiânia no dia 06/05, o pesquisador detalhou como a análise de quase 9 mil genomas coletados entre 2020 e 2024 permitiu transformar a genômica em uma ferramenta essencial de inteligência epidemiológica.

O objetivo da pesquisa foi mapear de que forma as mutações genéticas do vírus e o surgimento de novas variantes influenciaram o número de casos e mortes por Covid-19 em Goiás. O estudo teve apoio do INCT em Ecologia, Evolução e Conservação da Biodiversidade, do qual Filho-Diniz também é um dos coordenador.

Segundo o professor, a inovação do trabalho reside na antecipação. Os cientistas identificaram que o aumento da diversidade genética do vírus funciona como um sinal de alerta: esses picos de mutação ocorrem momentos antes do crescimento no número de infectados e óbitos.

Não deixe de conferir a reportagem completa no site da CBN Goiânia.

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*Fernando Cardoso é bolsista de jornalismo do Ceti-Saúde UFG e é supervisionado pela jornalista Marina Sousa.

Fonte: Assessoria de Comunicação Ceti-Saúde UFG

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