Por dentro do laboratório NB3
Conheça o primeiro laboratório de alta contenção de Goiás e saiba como ele protege a população
Texto: Ana Laura de Sene Amancio Zara
Arte: Luísa Araújo
Goiás tem, pela primeira vez, um Laboratório Multiusuário com Ambiente Controlado de Nível de Biossegurança 3 (NB3). Instalado na Universidade Federal de Goiás (UFG), ele muda o que a ciência local é capaz de fazer.
Nos próximos cards, mostramos o que existe por dentro de um laboratório do tipo: a paramentação obrigatória, a pressão negativa que impede o ar de escapar sem tratamento, a filtragem de alta eficiência e os procedimentos padronizados que garantem segurança em cada etapa.
Por que investir em uma estrutura como essa? Porque ela viabiliza pesquisas que antes dependiam de outras instituições.
É nesse ambiente controlado que se torna possível estudar com segurança agentes como o da tuberculose, doença que segue entre os principais desafios de saúde pública no Brasil.
Primeiro laboratório NB3 multiusuário do Estado, a estrutura amplia a autonomia de Goiás para responder a surtos e emergências sanitárias e reduz custos ao gerar soluções locais para doenças graves.
A UFG já possuía o Laboratório de Nível de Biossegurança 2 (NB2), que continua importante para pesquisas e também para experimentos preliminares, testes iniciais e etapas preparatórias necessárias para as atividades desenvolvidas no NB3.
Uma conquista aguardada por cerca de duas décadas, agora coordenada pelo Núcleo de Laboratórios de Pesquisa do Ceti-Saúde, sob a liderança da Dr.ª Ana Paula Junqueira-Kipnis.
Ciência de ponta, feita aqui, para proteger você!
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*Luísa Araújo é bolsista de design gráfico do Ceti-Saúde UFG e é supervisionada pelo designer Mailson Diaz.
Fonte: Assessoria de Comunicação Ceti-Saúde UFG
Categorias: Notícias








